Integração com a Sociedade

A inserção social pressupõe a possibilidade do engajamento da população em prol das ações coletivas, de maneira que se abram as perspectivas do acesso a informação, alimentação, saúde, educação, habitação, trabalho, renda, moradia, defesa da vida, da cidadania e da dignidade humana que é sustentado pelo princípios e as diretrizes do SUS. Dessa forma tem sido a proposta de nossas ações no PPGENF-UFES. Dessa forma a nossa proposta é de mobilizar a sociedade, no sentido de que todos, efetivamente, possam ser integrantes de uma sociedade mais igualitária, inclusiva e de acesso ao conhecimento/ações de saúde. É com esse objetivo que o PPGENF-UFES tem se norteado.

No ano de 2015, diversos docentes estiveram envolvidos nas discussões e formulações que vem conformando as redes de cuidado em saúde como as de TB, Rede Cegonha, APS, Urgência e Emergência, Saúde Mental e Câncer.  Na realidade capixaba, o PPGENF-UFES, tem sido um ator importante no debate e na proposição de ações que sejam efetivas a nossa população. Para isso, instituições como a SESA, Secretaria municipais, intuições de ensino superior tem sido parceiros fundamentais.

Os docentes do PPGENF-UFES coordenam programas relevantes e com visibilidade na sociedade.
Em destaque para: 
- O  Programa de Reabilitação para Mulheres Mastectomizadas (PREMMA) coordenado pela Profª. Maria Helena Costa Amorim, que estimula a ressocialização e interação de suas participantes, sendo coluna mestre nos momentos mais difíceis do tratamento, estando, efetivamente, presente nas tristezas e alegrias, buscando o cuidado integral à mulher desde o diagnóstico do câncer de mama e durante todas as fases do tratamento. O PREMMA  trouxe para o Estado do Espírito Santo a campanha contra o câncer de mama " Outubro Rosa" e a campanha contra o câncer de próstata  "Agosto azul". O mês da luta contra o câncer da mama é uma campanha internacional anual, organizada pelas maiores associações de luta contra o câncer de mama. Visa aumentar a informação sobre a doença, angariar fundos para pesquisa, prevenção e cura. O Premma, juntamente com a Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc), tem estado à frente de várias atividades do Outubro Rosa.
- Ações de prevenção e promoção são realizadas também pelos grupos de estudo como o CEPAD, coordenadas pela Porfª Marluce, que têm atuado em parceria com as Secretarias de Saúde e Justiça, nas ações de prevenção do álcool e outras drogas, assim como em medidas de prevenção de doenças e promoção da saúdes relativas ao tabagismo. O fortalecimento das  parcerias com as Secretarias e Instituições de ensino tem sido uma prática frequente de forma a aproximar as demandas, necessidades e possibilidades dos atores envolvidos.
A constatação da inserção social do programa tem se dado, através da boa receptividade aos egressos e sua absorção pelo mercado de trabalho em várias regiões do estado e do país.
-O Programa de Reabilitação para Mulheres Mastectomizadas-PREMMA possui alguns projetos tais como: Premma Educarte; Premma Cuida Coordenado pela docente  Maria Helena Costa Amorim. O Projeto Premma-Educarte desde a sua implantação já mudou o perfil epidemiológico comprovado através de avaliações/estudos que antes do programa as mulheres chegavam no hospital de referência no tratamento ao câncer (HSRC-Afecc) em estadiamento avançado ou após a intervenção cirúrgica, essas mulheres tinham complicações tais como, o linfedema. Após a implantação do mesmo esse perfil modificou-se de forma significante quanto ao estadiamento que era (III e IV) agora é na sua maioria (II) conforme artigos por publicados. As mulheres participam de grupos educativos, onde recebem orientações referentes aos cuidados com o membro homolateral à cirurgia e informações sobre os tratamentos disponíveis contra o câncer de mama. Além disso, as mulheres contam com o apoio de profissionais de diversas áreas como enfermeiros e acadêmicos de enfermagem, psicóloga, assistente social e fisioterapeuta que as ajudam a lidarem com essa nova realidade vivida. Os principais objetivos são: oficinas de detecção precoce do câncer de mama; realizar palestras sobre temas de saúde relacionados a melhoria da qualidade de vida das mulheres com câncer de mama; promover oficinas de arte e artesanato; promover eventos sociais; realizar ações culturais. Podemos citara nossa experiência na comissão organizadora/executora do Outubro Rosa que é uma campanha em nível internacional que conseguimos trazer para o Estado do Espirito Santo. O PPGENF/UFES com o PPGSC/UFES e Departamento de Enfermagem assume (docentes, mestrandos e aluno de graduação PIBIC/Bolsistas Proex) todas as ações educativas e sociais com a Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer e que visa aumentar a informação sobre o câncer de mama. Em 2015 foram inúmeras palestras realizadas nos diferentes setores da sociedade durante o Outubro Rosa.

- Também o projeto “Sempre Mama” é um projeto em parceria com a Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer- Afecc que conta com apoio de parceiros para realizar a entrega de próteses externas de silicone para mulheres Mastectomizadas. Sabemos que a mastectomia para a mulher é uma experiência traumatizante tanto para a questão da perda física da mama quanto a perda da autoestima ao perceber sua imagem corporal alterada. Por isso o objetivo do projeto não é simplesmente realizar a entrega de próteses, e sim melhorar a autoestima dessas mulheres, para que elas possam recuperar a vontade de viver. Outro benefício das próteses é melhorar a postura que fica prejudicada por conta do peso da mama contralateral à cirurgia.

-Em 2015 na sede do Premma realizamos inúmeras “Oficinas Terapêuticas” proporcionando as mulheres o aprendizado de uma atividade, além de poder constituir-se numa nova fonte de renda ou seja facilita a reinserção dessa mulher no mercado de trabalho.

-O que também tem contribuído de forma significante no processo de integração é o curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica (CEEO) coordenado pela professora Márcia Valéria de Souza Almeida que é doutoranda do Dinter (UFRJ-UFES), participa como professora em treinamento da disciplina de Políticas de Saúde do MP,  tem um projeto de ensino no ambulatório de pré-natal do HUCAM e que colocou-se como instrumento essencial para a formação de enfermeiros que respondam, na qualidade desejada e exigida, às necessidades assistenciais da mulher no período grávido-puerperal e do recém-nascido de risco habitual.
A proposta do curso consubstancia na realização de CEEO em conjunto com Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), indicadas pela Área Técnica de Saúde da Mulher/ DAPES/ SAS/MS, visando, além da melhoria da qualidade da assistência, o fortalecimento do trabalho no modelo colaborativo no âmbito da atenção obstétrica e neonatal, bem como a implementação da Rede Cegonha em todo o território nacional.
O curso é direcionado aos enfermeiros que atuam em maternidades do SUS da grande Vitória e interior do estado, com prioridade para aquelas com unidades federativas aderidas a Rede Cegonha, e que em seus Planos de Ação Estadual estejam previstos Centros de Parto Normal-CPN, intra ou peri-hospitalar.
As diretrizes e orientações para a realização e desenvolvimento do curso de especialização, apoiam-se no paradigma político-assistencial do SUS e tomam de empréstimo a concepção de formação profissional adotada no Programa de Residência em Enfermagem Obstétrica do Ministério da Saúde, no qual a EE/UFMG integra, em conjunto com outras universidades do país.
Inúmeros são os projetos de intervenção que estão sendo desenvolvidos e que atendem os indicadores propostos pela Rede Cegonha tais como:O banho morno como intervenção de enfermagem para o alívio da dor no trabalho de parto e parto; A contribuição do enfermeiro obstetra para a inserção do acompanhante na sala de parto; O contato pele a pele como prática humanizadora: uma intervenção de enfermagem; Atuação do enfermeiro obstetra na implantação do pato humanizado: passo dois do Prêmio Galba Araújo; Implementação de métodos não farmacológicos pela enfermagem durante o trabalho de parto; A presença do acompanhante no momento do parto em uma maternidade de alto risco do noroeste do Espírito Santo; oferta de líquido durante o trabalho de parto como tecnologia de enfermagem para humanização; Atuação do enfermeiro obstetra na prática de relaxamento na sala de parto; Atuação do enfermeiro na implantação de roda de conversa com as gestantes e seus acompanhantes durante o pré-natal; O uso da bola suíça pelo enfermeiro obstetra como tecnologia no alívio da dor; Contato imediato mãe-filho: estratégia para humanização e A ingestão de líquidos durante o trabalho de parto: uma tecnologia de enfermagem para humanização.

Este curso possui enfermeiro obstetra que é preceptor como o Hércules Luz da Silva e também mestrandos do MP. O mestrando Hércules tem formação em acupuntura e desenvolve suas atividades de preceptoria na maternidade de Cariacica\ES. Proporcionando aos especializandos no processo de partejar, parto e puerpério, práticas alternativas no cuidado como Shiatsu, auriculoterapia e orientando as gestantes sobre o uso do Do-in para náuseas, vômitos e as parturientes o uso do Do-in nas lombalgias, e indução das contrações, seja nos diferentes períodos clínicos do parto. Outra preceptora é a enfermeira mestre Lilia Rubia Laranja, enfermeira obstetra no centro obstétrico do HUCAM/EBSERH que participa não somente na preceptoria dos especializandos bem como dos acadêmicos de enfermagem e em parceria com mestrando Hércules na sala de parto do hospital universitário ensina os alunos à executarem algumas práticas não farmacológicas no alivio da dor, assim como identificar a intervenção adequada em cada período clínico do parto, praticar o preenchimento do partograma identificando possíveis distócias, treinar ausculta BCF, realizar a dinâmica uterina e avaliação física ginecológica. O aluno também participa com a equipe multidisciplinar na atenção as intercorrências clínicas da gestação (diabetes, hipertensão, Pré eclampsia, Síndrome Hellp, síndromes hemorrágicas entre outras) estar atento as emergências com devida checagem do material em caso de PCR.
Todos os alunos do curso tem realizado inúmeros partos em maternidades de baixo risco atendendo a população do município de Cariacica em que a morbimortalidade materna e perinatal era considera alta com objetivo de modificar esse perfil epidemiológico. Outro município também atendido pelos enfermeiros obstetras/docentes, mestrandos do MP e especializando é Colatina, município que fica no norte do estado do ES. EM 2015 foram mais de 100 partos realizados.

Na área de atenção ao pré-natal o mesmo grupo tem atendeu em 2015dezenas de mulheres no ambulatório do hospital universitário e no ambulatório da maternidade de baixo risco PROMATRE que é referência para o atendimento à mulher do município de Vitória.

A mestranda Liliana Pereira Coelho é enfermeira da SESAI- Secretaria Especial de Saúde Indígena, tem realizado atividades com objetivo de integrar os diferentes profissionais de saúde, docentes de enfermagem/MP e alunos na atenção básica de saúde que está situada nas terras indígenas no município de Aracruz que fica no litoral norte do ES, perfazendo um total de 3200 índios de duas etnias sendo, Tupiniquim e Guarani. Atividades tais como: educação em saúde (palestras e oficinas) são realizadas com frequência cujo objetivo é resgatar a cultura indígena em virtude das muitas iatrogenias causadas pela população não indígena.
A enfermeira Liliane tem realizado reuniões técnicas de acompanhamento dos programas de imunização, DST, vigilância alimentar, saúde da mulher (pré-natal e puericultura). Como todo atendimento do povo indígena tem que ser nas próprias aldeias o que é garantido pela lei 8080 /1990 e Lei Arouca, observa-se que essa população de Aracruz está sendo atendida em sua totalidade a partir de relatórios técnicos realizados pela mestranda.

Quanto a amamentação observa-se que mesmo a população conhecendo o valor atribuído ao leite humano e as vantagens da amamentação como fenômeno biológico e suas inúmeras virtudes como fator de desenvolvimento afetivo entre a mulher e seu filho, amamentar vem, ao longo da história da humanidade, apresentando variações quanto à frequência e duração, nas mais diversas sociedades. Este fato demonstra que as dificuldades encontradas para o início e a manutenção da prática da amamentação não são um problema atual, mas que percorre a nossa história.  Dessa forma a Profa. Cândida Caniçali Primo desenvolveu um projeto sobre a amamentação nos meses de agosto a dezembro de 2015, onde utilizou-se 4 estratégias de ensino que contemplaram: a criação de álbuns seriados e de protocolos e rotinas de atendimento de enfermagem para prestar assistência a mulher e a criança e a efetivação do processo de enfermagem sendo os temas sobre: os cuidados integrais a mulher e ao recém-nascido; a promoção e apoio na amamentação e o processo de nascer de uma forma  humanizada. Durante o desenvolvimento do projeto foram atendidas cerca de 330 mulheres abordando cuidados com recém-nascido-nascido, amamentação, pós parto.

Outro projeto voltado à atenção da comunidade que funciona no hospital universitário , é o projeto AMAMENTA também coordenado pela Profa. Cândida no período de 2015 orientou as mães quanto aos cuidados com o recém-nascido, a promoção e manejo da amamentação e cuidados com as mamas; identificou e acompanhou as mulheres que apresentaram dificuldades nos cuidados com o recém-nascido e na amamentação; instrumentalizaram as mulheres e familiares quanto a ações de autocuidado que poderiam ser desenvolvidas no domicílio em relação à mulher e a criança. Dessa forma foram realizadas de atendimento individual às pacientes, através de visita sistemática dos acadêmicos de enfermagem no alojamento conjunto da maternidade para orientação e realização de cuidados de saúde à mulher e ao recém-nascido e acompanhamento da amamentação e realizado atendimento individual às pacientes no Banco de Leite Humano e realizando assistência nas dificuldades da amamentação.Foram realizados 640 atendimentos a mãe e a criança no banco de leite; 450 atendimentos à mulher e à criança na maternidade, totalizando 1090 atendimentos nesse período.

O projeto que funciona no ambulatório Ylza Bianco no hospital Santa Rita de Cássia  no Cuidado com feridas e Estomias coordenado pelas professoras Paula Cristina Olympio/Maria Helena Amorim e tem como objetivo:prestar assistência de enfermagem para a prevenção, o tratamento, o ensino e a pesquisa em estomias e feridas, buscando recuperar a integridade da pele e a reintegração funcional do paciente a sociedade, em que os pacientes são encaminhados pela equipe médica e de enfermagem e realizam o agendamento da consulta na recepção do ambulatório.No ano de 2015 foram agendados 340 pacientes, sendo 210 consultas de 1ª vez, 100 retornos. Nesse período foram realizados 669 Procedimentos destinados ao cuidado de pacientes com estomas e feridas, dentre eles: 261 consultas de enfermagem; 251 trocas de bolsas de colostomia; 102 curativos; 40 trocas de bolsa de urostomia e 15 trocas de cateter de gastrostomia. E a avaliação dos resultados do projeto é realizada junto aos participantes mensalmente, mediante reuniões de equipe e elaboração de instrumento avaliativo em conformidade com as propostas descritas.

Outro projeto realizado em parceria com o Hospital Santa Rita de Cássia-Afecc, desenvolvido  e voltado para a sociedade coordenado pela Profa. Maria Helena é o Outubro Rosa com participação de docentes e alunos de graduação do curso de enfermagem, enfermeiros do MP e são ministradas palestras/oficinas em empresas, Unidades de Saúde, igrejas, centros comunitários, escolas de nível fundamental e médio, Ministério Público, Receita Federal, Assembleia Legislativa, Câmara de Vereadores, Tribunal de Contas, Secretaria Estadual de Saúde, e Secretarias Municipais de Saúde, Shoppings Centers entre outros. Em 2015 foram realizadas mais de 50 palestras/oficinas em todo o estado ES, cerca de 2500 atendidas.

Ações de integração com a sociedade também realizadas  peloCentro de Estudos e Pesquisa sobre Álcool e Drogas – CEPAD e coordenado pela Profa. Dra. Marluce Siqueira, tem a participação de outros docentes (Flávia Portugal, Vitor Buaiz)  possui um projeto intitulado, Centro Regional de Referência sobre Drogas do Espírito Santo-Uma Experiência Intersinstitucional e Interdisciplinar na Capacitação de recursos humanos para a atenção integral de usuários de substâncias psicoativas da rede ampliada de cuidados (saúde, assistência social, educação, ministério público, justiça e segurança pública) com foco na prevenção, reinserção social, redução de danos e preservação dos direitos humanos.Promove capacitação na forma de extensão universitária, continuada, articulada e presencial, para atores governamentais e não-governamentais, envolvidos nas ações voltadas à prevenção, tratamento e reinserção social de usuários/familiares de crack, álcool e outras drogas. Este projeto tem reconhecimento nacional e internacional e possui várias parcerias (UNIFESP/UNIAD; USP/EERPE e EEUSP; MJ/SENAD; SEJUS/COESAD; Prefeitura Municipal de Vitória/Secretarias de Saúde, A. Social, Segurança Pública, Direitos Humanos; Prefeitura Municipal de Vila Velha/Secretarias de Saúde, A. Social e Prevenção de Violência) e grupos de Ajuda Mútua (AA/NA; AMOREX e Pastoral da Solidariedade). O CEPAD tem um Programa de Atendimento ao Alcoolista que funciona no ambulatório do hospital universitário. É um programa multidisciplinar e atende cerca de 300 pessoas por ano.

Um programa que também dado resposta efetivas a à população capixaba desde 1999 é o de Reabilitação para Mulheres Mastectomizadas-PREMMA. No ano de 2015 foram realizadas: 2125 consultas de enfermagem; consultas pré-operatórias: 156; total de Grupos realizados: 180; Total de pacientes que participaram das oficinas terapêuticas: 274; Total de próteses externa de silicone entregues: 104;Palestras realizadas no Estado:50; Matérias em Jornais, Radio e TV: 11; Monografias em Andamento 2013: 2; Dissertações em Andamento 2013: 4; Doutorado:1.
Para exemplificar o que foi descrito no parágrafo anterior, temos a mestranda Juliana Oliosi Calheirosproferiu inúmeras palestras sobre: Detecção Precoce do Câncer, para os funcionários de empresas da região da grande Vitória. Ela é membro titular do Conselho Local de Saúde do município de Serra. E tem realizado um excelente trabalho na formação de alunos do curso Técnico Profissionalizante de Enfermagem. Dessa forma, como produto da sua dissertação está desenvolvendo um aplicativo que visa orientar e informar as mulheres sobre os fatores de risco, tratamento, prevenção, controle e rastreamento do câncer de colo do útero cujo título será: “Espaço Saúde da Mulher”.
 

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